Agenda, Corredor Cultural, Quinta da Boa Música | 13.11.17

Banda Museu do Esquecimento é a atração da semana no Quinta da Boa Música

No repertório samba, rock, blues, música brega, reggae, regional e autorais

A Fundação Cultural de Varginha confirma a 289ª edição do Projeto Quinta da Boa Música, dia 16/11, às 20h, na plataforma de embarque da antiga Estação Ferroviária de Varginha, apresentando a inusitada Banda Museu do Esquecimento, da cidade paulista de Porto Ferreira, apresentando de tudo um pouco como samba, rock, blues, música brega, reggae, regional, autorais e muito mais.

A Banda surgiu na cidade de Porto Ferreira em 2009, e transita por gêneros como o samba, o rock, o blues, a música brega, o reggae e o regional. As influências vão da MPB à música estadunidense dos anos 1960; da música erudita aos sambas de Cartola, Noel Rosa e Nelson Cavaquinho; da música psicodélica e inovadora d’Os Mutantes à música caipira e sertaneja de Tonico & Tinoco, Milionário & José Rico, Léo Canhoto & Robertinho e Trio Parada Dura; das bandas do rock inglês dos anos 1980, como The Smiths, The Bolshoi e Joy Division, às músicas bregas de Waldick Soriano, Odair José e dos clássicos Erasmo Carlos, Ronnie Von e Wanderléia. O espetáculo traz um repertório autoral sem circulação na grande mídia, cujas obras são composições dos próprios integrantes e fazem parte do primeiro álbum do grupo, a ser lançado em 2018.

O grupo tem se apresentado em cafés, quermesses, lanchonetes, bares, pubs e teatros pelo interior de São Paulo e Minas Gerais. Dentre os festivais independentes nos quais o grupo já se apresentou estão o Rock Rural (Alfenas-MG), o Rock nas Areias (Guarujá-SP), o Rock’n’Blues (Paranapiacaba-SP), a ExpoCulturalSP (São Paulo-SP), o Festival #VaiSuldeMinas (Poços de Caldas-MG) e o Festival Mineiro Beat (Uberlândia-MG). Em 2012 o grupo se classificou para as etapas finais do II Festival da Canção da Unifesp, tendo ganhado o prêmio “Aclamação do público”. Em 2013 teve a canção Velório do samba classificada para o SP ExpoSamba e no mesmo ano obteve o 3° lugar no SP Music Festival. Em 2014 ficou em 2° lugar no Concurso de Bandas João Rock, dentre mais de 1.200 bandas inscritas.

Na formação os experientes músicos Rafael Marin (tecladista, compositor e arranjador); Guilherme Marin (violonista, guitarrista e compositor); Cleiton Custódio (cantor, compositor e letrista); Cleo Custódio (contrabaixista, compositor e arranjador) e Amarildo Pereira (baterista e percussionista popular/sinfônico).

Segundo o Diretor Superintendente da Fundação Cultural Leandro Acayaba, “a finalidade do Projeto é exatamente esta, apoiar e incentivar as bandas locais e criar  oportunidades de intercambio com bandas de distantes localidades, principalmente apresentando releituras de canções brasileiras de décadas passadas e criativos trabalhos autorais como a banda Museu do Esquecimento desta semana. Neste ano apostamos no Projeto, lançamos a temporada 2017 logo no início do ano e pela primeira vez nas férias de janeiro, retornamos com edições semanais e melhoramos o equipamento de som e luz. Vamos continuar apoiando este que é sem dúvida um dos mais inovadores projetos culturais na história da cidade”, afirma Leando Acayaba.

O Projeto QBM:

O Projeto Quinta da Boa Música já no oitavo ano e na 289ª edição, foi criado em 2009 com a finalidade única de incentivar, apoiar e valorizar a produção musical na cidade e criar intercâmbios com grupos da região, do estado e de todo o País. Através da parceria com músicos e bandas que espontaneamente participam do projeto promove-se junto ao público de todas as idades e sem distinção qualquer, a oportunidade de laser, de entretenimento cultural, proporcionando ainda o acesso livre e gratuito aos bens culturais da cidade, ocupando o importante e histórico espaço cultural que é o conjunto arquitetônico da antiga Estação Ferroviária de Varginha, hoje tombado pelo Conselho do Patrimônio Cultural e mantido pela Fundação Cultural de Varginha.

O Projeto “QBM” é uma realização da Prefeitura de Varginha por meio da Fundação Cultural e conta com o apoio da Tribos SA, Espaço Livre Distribuidora, Policia Militar, Guarda Civil Municipal e de toda imprensa da região.

Nesta semana o show Museu do Esquecimento, com realização do Governo de Minas Gerais/Secretaria de Estado da Cultura/Fazenda através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura – ICMS e o patrocínio da Katuxa.

As bandas interessadas em participar do projeto deverão, inicialmente, solicitar o cadastramento no SISTEMA MUNICIPAL DE CULTURA, pessoalmente ou por e-mail, de segunda a sexta, no horário comercial na sede administrativa da Fundação Cultural na antiga Estação Ferroviária de Varginha, na Praça Matheus Tavares, 121, centro, telefone (35) 3690 2700.

Mais informações na Coordenadoria de Eventos com o Produtor Rosildo Beltrão pelo telefone (35) 3690 2708, ou pelo e-mail: [email protected]

Museu do Esquecimento

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Contato com a banda: Rafael – (35) 9 9186 7629 ou (19) 9 9158 6609

OS INTEGRANTES:

Rafael Marin é instrumentista, compositor, arranjador e pesquisador da cultura popular brasileira.  É Bacharel em Música pela ECA-USP, Licenciado em Educação Artística pela FFCLRP-USP, Bacharel em Ciências Sociais pelo ICHL-UNIFAL, Mestre em Etnomusicologia pelo IA-UNESP e doutorando em Música e Cultura pela UFMG. É professor de violão popular e viola brasileira no Conservatório Municipal de Alfenas e atualmente se dedica à produção de longas-metragens documentais sobre personalidades da música brasileira, ao estudo de instrumentos de cordas dedilhadas dos períodos Barroco e Renascentista e aos estudos escatológicos.

Guilherme Marin é compositor, violonista, guitarrista e educador musical. Desde 2010 atua na área de Educação Musical Infantil, tendo trabalhado em diversos projetos sociais pelo interior de São Paulo e sendo autor de um Guia Prático para o ensino de música nas escolas. Desde 2012 vem flertando com as Artes Cênicas, as Artes Visuais e com o Teatro em diálogo com o Ensino de Artes e Música na Educação Fundamental, onde atua como professor desde 2010. É Licenciado em Música com Habilitação em Educação Artística pelo Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP).

Cleiton Custódio é professor de filosofia, cronista, artista plástico, cineasta, compositor, cantor, letrista e melodista com formação musical autodidata e anárquica. É Bacharel em Filosofia pela Unifesp e atualmente cursa Artes Visuais pela UFU. Como artista plástico já teve suas obras expostas na Exposição Coletiva de Arte CORPÓREOS, promovida pelo Ateliê Cultural & Galeria LUPA em Uberlândia/MG, e recentemente realizou sua primeira exposição individual, intitulada PERSONA. Como cineasta tem como principais influências estéticas e artísticas o experimentalismo audiovisual e o Cinema Marginal de José Mojica Marins e Ozualdo Candeia.

Cleo Custódio é graduando em Artes Visuais pela Universidade Federal de Uberlândia e cursou História pela Unifesp. Atualmente transita pela Música e pelas Artes Visuais, atuando principalmente como compositor, arranjador, artista plástico e quadrinista. É criador e curador da revista Quadrinhos infames, contos ruins e poesias piores ainda e tem como principais influências audiovisuais o Cinema Marginal de Júlio Bressane e Rogério Sganzerla e o Cinema Novo de Glauber Rocha, direcionando sua estética para um conceito de limitação que tem na escassez de recursos o principal elemento criador.

Amarildo Pereira é baterista, percussionista popular e sinfônico e educador musical com vasta experiência em ritmos brasileiros e latinos. Já atuou em inúmeras Jazz Big Band e Orquestras Sinfônicas, dentre as quais a Orquestra Sinfônica de Campinas e a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Por mais de trinta anos foi músico da Academia da Força Aérea, onde hoje é subtenente da reserva. Atualmente atua como professor e instrumentista na Corporação Musical Santa Cecília, na cidade de Pirassununga.